nossos olhos perguntavam pela foz
nossas mãos colhiam e deixavam
passar por entre os dedos as estrelasnossas mãos colhiam e deixavam
num rio que havia em Babilónia
nas margens assentamos
o coração cansado
e os cordeiros, como as harpas
presos aos salgueiros
a um rio que havia em Babilónia
descalçamos as alparcas
e lançamos orações
como a um muro de águas.
1/9/2011
J.T.Parreira
0 comentarios:
Publicar un comentario en la entrada